Notícias Rural Women’s Day: Atvos fosters transformation in the countryside with greater female leadership in agribusiness.
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Rural Women’s Day: Atvos fosters transformation in the countryside with greater female leadership in agribusiness.

13/03/2026

The company promotes access to free professional training to integrate women into the job market in the regions where it operates in the Midwest and Southeast of Brazil.

The strength and commitment of women in breaking down the barriers that still exist in agribusiness are amplified by Atvos, a leader in the energy matrix transition and one of the largest biofuel producers in Brazil. With ongoing initiatives focused on the personal and professional development of its members and, above all, of women living in the communities surrounding its eight agro-industrial units in the Midwest and Southeast, the company has boosted the female presence in the field through education.

According to research by the Center for Advanced Studies in Applied Economics (Cepea), approximately 11 million women work in the country’s agribusiness. While this group already represents about 17% of Atvos’ workforce, the sugarcane energy sector still offers less space for female participation, since, according to data from the Confederation of Agriculture and Livestock of Brazil (CNA), they represent only 9.2% of the segment.

To help change this reality in the sector, Atvos has invested in creating training programs focused on operational areas of agricultural operations, such as the operation of tractors, harvesters, and trucks, as well as courses for administrative areas, such as administrative assistant and warehouse clerk. Through this free professional qualification, Atvos has reinforced its commitment to inclusion and gender equality through the Community Movement. The initiative is part of a robust education program within MOVA – Living Learning Model, which seeks to encourage new professional paths for different audiences within the company.

A practical example of this is that, through MOVA, more than 1,200 women living in regions near the company’s agro-industrial units in Goiás, São Paulo, Mato Grosso, and Mato Grosso do Sul have been trained in approximately a year and a half. From January 2023 to the present, 110 courses have been held with 14 classes formed exclusively by women. And by March 2025, the estimate is to reach 3,000 qualified students, with 60% of the classes composed of women.

Female leadership at Atvos

Women like Nanci Garcia Leal reflect the transformation in the field brought about by Atvos. A year ago, she joined the Costa Rica Unit (UCR) in the municipality of the same name, in Mato Grosso do Sul, as a full-fledged driver. In a few months, she obtained her “E” category driver’s license, after much dedication, and was promoted to a senior position in the Crop Management and Herbicides sector. “Atvos believed in me and my potential from the beginning, and I am very grateful for that. It’s a dream come true to have a good job that, at the same time, keeps me close to home,” she says. Now Nanci envisions continuing to rise as soon as she completes a course in Indivisible Loads. “We can and should become increasingly qualified to conquer new spaces in agribusiness. I am very happy because I received full support from Atvos leadership to balance work and studies, and I want to continue developing within the company,” she reveals.

 
Outro exemplo do protagonismo feminino na Atvos é o de Hebiany Goulart Marques. Atuando há 15 anos na Unidade Rio Claro (URC), localizada na cidade de Caçu, no sudoeste de Goiás, atualmente ela é pilota de VANT (Veículo Aéreo Não Tripulado). “Passei por diversos setores desde o de fertirrigação e adubação, como operadora de máquinas agrícolas, multiplicadora e líder de frente, mas tudo mudou em 2020. Participei de qualificações profissionais e hoje estou apta para pilotar também um RPAS Asa Fixa Arator, famoso por ser um “tratorzão” dos drones. Essa inovação conta com uma série de soluções em software e hardware otimizadas que garantem os melhores resultados no mapeamento dos plantios da cana-de-açúcar na área de Geotecnologia”, detalha.
 
Liliane Sezeraio também é o reflexo dessa transformação no campo. Há três anos ela vem conquistando seu espaço na Unidade Eldorado da Atvos (UEL), em Rio Brilhante (MS). “Entrei como auxiliar de controle agrícola, virei assistente e fui promovida a líder de Desenvolvimento Agronômico. Sinto que sou valorizada e cada vez mais tenho evoluído pessoal e profissionalmente”, comemora. “A oportunidade que a Atvos tem me proporcionado me deixa muito mais esperançosa para o meu futuro. Hoje sou técnica em agropecuária, já concluí quatro cursos de liderança e agora faço faculdade. Acredito que o lugar da mulher também é no agro”, garante.

Já Sibeli da Silva iniciou sua jornada na Atvos como operadora de trator há 14 anos na Unidade Santa Luzia (USL), localizada em Nova Alvorada do Sul (MS). Depois passou a operar colhedora de cana e no período de entressafra tem a oportunidade de apoiar outros setores. “A empresa contribuiu para que eu continuasse com os estudos e me formasse na faculdade de Tecnologia de Produção Sucroalcooleiro”, explica. Ainda segundo Sibeli, essa transformação somente foi possível porque a Atvos acreditou no potencial de mulheres como ela. “Hoje percebo que a empresa é uma grande incentivadora das mulheres e foi assim que consegui conquistar minha casa própria, formar minha filha e ajudar muitas pessoas, afirma.

Outro exemplo do protagonismo feminino na Atvos é Jheniffer Frantiesca Martins. Em 2022, ela já trabalhava na Unidade Alto Taquari (UAT) da Atvos, na cidade homônima em Mato Grosso, como auxiliar de produção agrícola. Jhenniffer sempre via muitas mulheres atuando com veículos pesados na empresa. “Isso só despertou ainda mais o meu desejo de fazer o que elas faziam. A partir daí, me inscrevi no MOVA e três meses depois de concluído o curso, fui contratada para atuar nessa área”, relembra. Hoje, é multiplicadora e ajuda novas mulheres a realizarem o sonho de operar máquinas pesadas.
 
Com uma trajetória de ascensão, Denise Santos Medeiros ingressou na Atvos em 2017, como auxiliar de produção na Unidade Conquista do Pontal (UCP), em Mirante do Paranapanema (SP). No mesmo ano foi para a frente agrícola na área de CTT (Corte, Transbordo e Transporte), depois para o setor de apoio em campo de troca de EPI (Equipamento de Proteção Individual) e, na sequência , para Logística e Transporte de cana, até passar a ocupar a liderança de Fertirrigação neste ano. “Não acreditei que seria possível estar à frente de uma equipe composta majoritariamente por homens. O desafio é grande por ser a primeira mulher da UCP a liderar esse time, mas estou acostumada a derrubar barreiras no agronegócio. Sinto que estamos vivendo uma grande transformação no agro”, garante.
 
Michele Manuela de J. S. Souza, operadora de máquina sênior da Unidade Morro Vermelho (UMV), em Mineiros (GO), está na Atvos há quase sete anos e ingressou no cargo de operadora de máquina pleno de quebra-lombo. Ao ser reconhecida pelo trabalho, foi para a área de CTT, para atuar com trator na colheita da cana e, até chegar ao cargo de operadora sênior. “Há muitas oportunidades para mulheres trabalharem na área agrícola, sem preconceito em relação à operação de máquinas pesadas. Vejo que todas são tratadas com igualdade aqui”, afirma. “Há também incentivo para eu continuar aprendendo e me desenvolvendo, principalmente na entressafra, quando há mais treinamentos. Com meu trabalho, contribuo para o sustento da minha família e junto com meu esposo, conseguimos a compra da nossa casa

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